Seu site é acessível de verdade?

O que a RN 623 exige de operadoras de saúde e como adequar com segurança.

A nova norma já está em vigor — e a fiscalização começou

Desde 1º de julho de 2025, está em vigor a Resolução Normativa nº 623/2024, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que exige acessibilidade total nos portais e aplicativos de operadoras de planos de saúde.

A regra é clara: as plataformas digitais devem ser acessíveis a pessoas com deficiência, incluindo navegação compatível com leitores de tela, conteúdos em Libras, contraste adequado, textos alternativos para imagens e canais efetivos de atendimento acessível.

Ilustração mostra parte das teclas de um computador. Teclas brancas em sua maioria. Ao centro, vemos três teclas alinhadas em destaque na cor azul, contendo os símbolos de cadeirantes, surdos e pessoas cegas na cor branca.
Acessibilidade digital de sites dos operadores de saúde estão na mira da Agência Nacional de Saúde – ANS.

Segundo a própria ANS, a ausência de conformidade pode levar à suspensão de novas vendas e à aplicação de multas diárias. O prazo para adequação venceu no início de julho, e operadoras já foram notificadas. O processo é fiscalizado a partir de denúncias, auditorias e da atuação direta da Ouvidoria da ANS, conforme nota técnica publicada no portal oficial do governo.

O que a RN 623 realmente exige  (sem margem para erro)

A RN 623 reforça o que já estava previsto em legislações anteriores, como a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) e o Marco Civil da Internet, mas agora com efeitos regulatórios mais diretos. De forma prática, operadoras precisam garantir que seus portais:

  • Sigam diretrizes de acessibilidade como o padrão internacional WCAG 2.1;
  • Ofereçam recursos em Libras e em formato de áudio, quando necessário;
  • Apresentem boas práticas de contraste, leitura simples e organização lógica de conteúdo;
  • Disponibilizem canais de atendimento acessível — com protocolo — para demandas de beneficiários com deficiência.

O não cumprimento pode levar à aplicação de sanções administrativas, incluindo advertência, multa, suspensão da comercialização e até medidas mais severas em casos reincidentes. Todos esses mecanismos estão previstos na RN 124/2006, que regulamenta o processo sancionador da ANS.

Acessibilidade digital não é custo: é estratégia de continuidade

Apesar da rigidez da norma, adequar um site ou app não é complexo nem inviável economicamente. Adotar ferramentas como QR Codes com audiodescrição, adaptar os layouts com base nas WCAG e capacitar a equipe de atendimento são ações que podem ser implementadas rapidamente, com investimento baixo por beneficiário — muitas vezes inferior ao custo de um SMS transacional.

Ainda não há registros públicos de suspensões aplicadas com base na RN 623/2024, mas a norma prevê penalidades como a suspensão de novas vendas e multas diárias. A própria notificação às operadoras já qualifica a atenção da ANS ao tema.

Ilustração apresenta fundo cinza com ícones de engrenagens e gráficos em subtom. Ao centro, vemos a ilustração de um computador na corpreta, acessando uma página na internet. E, do lado do computador, a página da internet está em destaque.
Recursos como contraste, Libras e audiodescrição são algumas das exigências da ANS.

Por isso, o risco regulatório não é mais algo distante. Mesmo uma suspensão curta pode causar perdas importantes no faturamento e prejudicar a reputação da operadora. Agir antes de ser notificado é mais econômico e inteligente para manter a tranquilidade.

Como se antecipar e evitar prejuízo com soluções acessíveis

Ferramentas como o SONORI Digital atuam diretamente na prevenção desse risco. O serviço oferece diagnóstico completo de acessibilidade digital, implementação de recursos inclusivos integrados a sites, aplicativos e espaços físicos (como QR Codes com audiodescrição) e treinamentos rápidos para equipes.

Com foco em operadoras de saúde e hospitais, o SONORI atende aos principais critérios da RN 623 e de legislações complementares, como a LBI, RDC 50 da Anvisa, além de protocolos de acreditação como ONA e Qmentum. O resultado é um ecossistema digital mais seguro, inclusivo e alinhado com os novos parâmetros da saúde suplementar.

O botão “Vender” segue ligado… se o botão da inclusão estiver também

A RN 623 não trata apenas de acessibilidade: trata da responsabilidade com a vida digital dos beneficiários. Em tempos de regulação mais rigorosa e consumidores cada vez mais atentos, cumprir a norma é o mínimo. Garantir uma experiência inclusiva e humana é o diferencial.

O compliance digital acessível já é uma vantagem competitiva. E, em breve, será o critério de permanência no mercado.

Conheça mais detalhes sobre a solução do SONORI.

Acesse a RN 623 completa

(Texto desenvolvido em colaboração com inteligência artificial)

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